Segundo este artigo, na Austrália alguns políticos acreditam que a língua do futuro (e presente) é o Mandarim. Já há várias escolas onde se estuda esta língua, a par do Inglês, desde o jardim de infância ou o ensino primário. Assim, parece que o Francês, o Alemão ou o Espanhol terão menos "alunos", pelo menos na Austrália.
Mais aqui.
Aqui uma galeria de fotos com as principais diferenças que se verificam em Macau 25 anos após a assinatura da Declaração Conjunta entre Portugal e a China (sobre a Questão de Macau).
Aqui, um artigo bastante completo e que realça os acontecimentos mais importantes decorridos nos últimos 10 anos na China em diversas áreas. E é interactivo!
Aqui em vídeo a análise à a(c)tual cooperação económica e comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa.
Por aqui, em 武汉, mais uma semana de aulitas. Amanhã e na quinta também terei de Inglês. Em relação às de Português, ainda nada... Esta falta de notícias preocupa-me... :( (Se eu não pergunto nada, nada me dizem!) Ah, e hoje não choveu! (Tem chovido, ou chuviscado, todos os dias já há mais de uma semana...)
Por aqui só se fala (noticiários) da visita do vice-presidente chinês, 习近平 (Xí Jìnpíng) aos EUA: com quem se encontra, os locais onde vai, do que falam. Aqui, em Inglês, a forma como os EUA vêem estas discussões: com cautela, não só por causa dos polémicos desequilíbrios comerciais e cambiais e assuntos relacionados com direitos humanos, mas também com "respeito mútuo", devido ao peso que cada uma das nações tem e terá na economia e política mundiais.
Aqui, em Português, sobre a presença de Durão Barroso em Pequim e a confiança depositada no Euro.
Aqui um artigo bastante interessante que fala sobre a importância do Partido, do consumo e da economia nos dias de hoje para os Chineses.
Julgo que este artigo, em Inglês, tem bastante interesse. Podemos ficar a conhecer um pouco os futuros "líderes" chineses.
Aqui um resumo muito interessante em fotos do ano de 2011 aqui na China (passado pela "fotocópia").
Bom Ano Novo! 新年快乐了 (xīnniánkuàilè)!
Por aqui, e penso que, segundo dois artigos que encontrei na Internet, nem todos concordam com a opinião quase geral que os Europeus têm sobre a ajuda financeira de países emergentes. Os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) não querem ajudar a pagar uma crise, uma série de dívidas que não foram eles a criar. A China, sobretudo, pensa que deverá ser a Europa a tentar, primeiro, resolver os seus problemas internos, readquirindo depois a confiança perdida dos investidores. Há quem diga até que, caso estes países ajudem a Europa da forma que muitos políticos europeus sugerem, como a presidente do FMI, a crise alastrar-se-á ainda mais.
Mais aqui e aqui (ambos os artigos estão em Inglês). Um dos textos tem um cartoon interessante e bem irónico: um Europeu, robusto, a comer uma refeição farta, pede ainda mais comida a um Chinês, pequeno, e que tem apenas uma taça com arroz.
Aqui ficam três imagens (de pouca qualidade) e um vídeo do concerto de dia 31 de julho. Tenho muito mais já está tudo guardadinho! :) (Post aqui.)